terça-feira, 1 de janeiro de 2013
O ANO NOVO
Oi, tudo bem? Hoje vou falar sobre o Ano Novo... ah, o Ano Novo! Como ele relevante para algumas pessoas e para outras não. Enquanto algumas fazem aquelas simpatias bem apelativas, como guardar coisas na carteira, pular ondas, usar certos tipos de roupas, comer lentilhas, etc, outros simplesmente não se importam com isso e praticamente vivem como se fosse mais um dia normal de suas vidas. Eu, por exemplo, passei a virada em frente ao computador, tomando uma coca, jogando e vendo animes.
Nessa época, o que mais encontramos em sites e blogs são os famosos votos para 2013. Mas, o que esperar de 2013? É claro que todos querem o melhor e quando o relógio marca 00h00min, abraçam e desejam (ou fingem que desejam) que coisas boas aconteçam para as pessoas próximas delas. Esperar que um ano seja bom, claro, isso é otimismo demais, pois temos consciência de que teremos de correr atrás para que isso aconteça e sabemos que nem tudo dará certo. Coisas ruins acontecerão, imprevistos, perdas, situações horríveis, embaraçosas e até apocalípticas.
Devemos nos preparar, para tudo isso, torcer pelas coisas ruins acontecerem em menor frequência e as boas em maior frequência. Que elas aconteçam diariamente, por que não? É tão difícil ser feliz? Temos que sofrer a consequência caótica dos atos de pessoas que, às vezes, nem conhecemos, todos os dias? Podemos ser atropelados porque um cara bebeu, ou porque passou o sinal vermelho, ou porque um carro estava fugindo da polícia, enfim, por n motivos. Na minha percepção, a maior mudança nossa, desde os tempos remotos, foi evolução tecnológica, só que os instintos primitivos ainda nos comandam, em certas situações. O que nos diferencia dos outros animais? A capacidade de reflexão? E em uma cidade, onde tudo pode acontecer, qual seria a diferença dela e uma selva? Na natureza, há a famosa regra da sobrevivência do mais forte, do mais apto. O conceito que outrora fora aplicado em cidades grandes, hoje também é aplicado em cidades pequenas, como a minha. Quem garante que nada acontecerá na ida até o banco?
Vivemos, continuamos a viver, com nossos sonhos bobos e ideias, segurando a esperança em uma mão e força de vontade na outra. E assim caminhamos para frente, para mais um ano. Que venha 2013.
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