quinta-feira, 14 de março de 2013

Namoro virtual, dá certo?



                 
                Olá, tudo bem? Peço desculpas pela ausência, estava sem assunto, mas hoje iremos falar sobre “Namoro Virtual”. Quantos e quantos casos já aconteceram pelas cidades, estados e até países sobre esse tipo de relacionamento!
                Namorar alguém virtualmente pode ser bom e ruim ao mesmo tempo, dependendo da pessoa e das circunstâncias, é claro. Para pessoas que, assim como eu, moram em cidades pequenas e buscam outras que sejam parecidas com elas, pode-se dizer que a internet é a ferramenta ideal.  Um cara que se sente só, deslocado da cultura de sua cidade ou região, com certeza vai buscar alguém de outro estado ou país. O relacionamento à distância também pode surgir por certas peculiaridades como os mesmos gostos por música e ideologias, o interesse no mesmo tipo de estudo, ou apenas por puro interesse físico na pessoa, aquela “paixão” que acontece por Skype, quando eles nem mesmo têm assunto, mas gostam de ficar se olhando através webcam.
                Esse tipo de relacionamento pode acarretar em histórias boas ou ruins. Conheço casos, aqui mesmo na cidade, de pessoas que se conheceram e deram certo. Uma polonesa que veio para cá, uma ucraniana que largou tudo porque gostou do cara, uma moça daqui que foi convidada a morar com um europeu e não pensou duas vezes, enfim. Graças à internet, podemos conhecer várias culturas, vários tipos de pessoas e perceber que temos muito em comum, desde coisas do dia-a-dia a certos tipos de opiniões. No meu caso, eu pretendo trocar cartas com uma americana, em breve, e acho uma experiência bem interessante, tanto para se aprender mais sobre a língua, quanto para se aprender da cultura dela.
                Relacionamentos virtuais têm os pontos positivos e negativos. Os positivos seriam: conhecer a pessoa profundamente, porque é pela internet que nos abrimos mais, pois vemos na internet um espelho, como se tivéssemos falando com nós mesmos, conversar sobre qualquer assunto, sem todo aquele constrangimento pessoal, pouca formalidade, intimidade com o tempo, ver a pessoa e ouvir sua voz. Pontos negativos: morar longe, fantasiar demais com a situação a ponto de criar situações onde se conhecem dentro da mente, apegar-se demais a pessoa, não conseguir ficar sem falar com ela, ciúmes excessivos e insegurança, o que acabará gerando as discussões e briguinhas diárias.
                No geral, esse relacionamento pode dar certo somente se ambos tiverem certeza do que querem e tiverem condições financeiras para se encontrarem. Se isso acontecer e se gostarem ainda mais, acho que é bem mais válido do que arrumar alguém pessoalmente, pois será algo desejado, superestimado. Você cria expectativas para conhecer a pessoa, sabe da rotina dela, dos gostos, e no dia desejado, vocês se encontram e tudo bate, tudo fica perfeito. E o que sentirão será algo bem intenso, algo que, com certeza, será concretizado em uma relação de confiança e duradoura. O pior é quando o contrário acontece: a pessoa é totalmente diferente do que você pensava. Ela pode usar a internet como uma espécie de camuflagem, pessoalmente ela pode ser chata, bem mais feia do que aparenta, cor da pele diferente (acreditem, muitas tiram fotos em que aparecem com outro tipo físico e tom de pele), ela pode ser fedida ou ter mau hálito.
                Portanto, pensem bem se querem mesmo isso. Analisem primeiro  as pessoas das suas cidades, busque pela internet mesmo, ou em lugares diferentes, como bibliotecas, museus, parques, ou até mesmo em baladas, dependendo do seu tipo e do que procura. Eu estou tentando conhecer pessoas que me agradem, mas sempre quebro a cara por detalhes como: ela não se interessa por mim, não faço o tipo dela ou ela é lésbica. Mas a esperança é a última que morre e por isso devemos seguir em frente. Abraços e boa semana.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

A teoria dos três vetores



                Olá, tudo bem? Primeiramente peço desculpas pela falta de postagem, estava meio sem ideias e com problemas na internet, mas agora está tudo bem, já que recebi um e-mail de um rapaz que me enviou algo muito peculiar: A teoria dos três vetores. Observação: quaisquer erros gramaticais não são de minha responsabilidade, estou apenas colando o texto do e-mail.


 A TEORIA DOS TRÊS VETORES


                A Teoria dos Três Vetores é a melhor maneira de entender uma pessoa em pouco tempo. Principalmente as do sexo oposto, apesar de valer pra qualquer pessoa.
                Quando você está interessado em alguém, o que realmente conta? Bom, o que realmente faz diferença é: beleza, inteligência e caráter. São três características bem comuns e desejáveis numa parceira.
                Todos nós temos as três características em maior ou menor grau. Cada característica, ou vetor, tem valores de 0 pro "tribufu extreme" até 10 pra Ana Lima, Gisele Bundchen ou Sylvia Saint no ápice da carreira - como exemplo de beleza. Enfim, o que cada um achar o máximo, e nem um pouco menos. Por um exemplo: eu acho as pernas da Gisele Bundchen finas e ela não tem bunda nem quadril. Nota: 8,5.

BELEZA

Portanto, quando falamos de beleza, repare que não estamos falando aqui da vizinha bonitinha, ou da garota gostosinha que te mandou uma foto do blog. Estamos falando da beleza perfeita e absoluta (pra você). Pode ser que pra alguns seja a Liv Tyler com o corpo da Mari Alexandre ou pras moças seja o Brad Pitt ou Tom Cruise, sei lá.

INTELIGÊNCIA

Inteligência, o mesmo. Alguém que fale muitas línguas, ou toque um instrumento musical em concertos, ou pesquise a cura pruma doença. O 10 absoluto.

CARÁTER

Caráter tem que ser alguém que trabalhe numa ONG, que ensine deficientes ou que seja voluntário numa instituição penal. Que seja a Madre Teresa. Isso é o 10. Uma mulher que você deixe em casa e lhe trai com o seu pai e o seu irmão (ao mesmo tempo), tira dinheiro deles pra não contar pra sua mãe e faz jogo duro com você, pra você pensar que ela é de família, tá bem perto do zero.


A COMPLEMENTARIDADE DOS VETORES

Agora, o pulo do gato: cada característica dessas é um vetor, e os três são complementares: se uma pessoa tem muito de um, tem menos dos outros dois. O que isso quer dizer?

A TEORIA NA PRÁTICA

Que quando eu vejo uma mulher extremamente linda na rua, aquelas que causam acidentes, imediatamente penso: "ok, ela é muito bonita. Agora só resta saber se é burra ou filha da puta”.

O mesmo vale pros outros dois vetores. Obviamente, a maior parte da população não tem um vetor saliente. Isso quer dizer que os três vetores podem ter valores médios e aceitáveis. Mas cabe a você dizer o que é aceitável.

A VELOCIDADE DE CADA VETOR

                A beleza é a característica que vemos primeiro, que conhecemos primeiro numa pessoa. Se você vê uma mulher numa boate, ou te apresentam uma garota na faculdade, você só vai saber da inteligência dela mais tarde, e do caráter, mais tarde ainda.
                Portanto, o que isso quer dizer é que as pessoas com um vetor alto de beleza normalmente têm alta rotatividade de parceiros - porque em seguida são dados a conhecer seus outros vetores, que por serem mais baixos, normalmente levam a relação para o brejo. Por isso, a beleza é o vetor que inicia os romances relâmpagos - boate, bares, festas, shows, carnavais.
                Com a inteligência, isso acontece mais tarde. Você precisa realmente passar algum tempo com a pessoa pra saber se ela é ou não inteligente. Atividades mais regulares e que evidenciam uma habilidade devem ser as preferidas de quem valoriza esse vetor: cursos de línguas, música, cinema, culinária, discussão sobre filmes, censo crítico, etc. Pois também são boas as oportunidades de conhecer pessoas do sexo oposto.
                Com o caráter, isso acontece ainda mais tarde do que com a inteligência, porque a pessoa precisa conhecer suas ações pra avaliar seu caráter, e isso leva tempo. Portanto, atividades diárias e regulares são as mais indicadas: trabalho, faculdade, colégio, e trabalhos sociais ou religiosos. Contanto que nesses lugares haja pessoas do sexo oposto. Este é o vetor mais lento, mas o mais estável, em que a rotatividade de parceiros é menor.

ANOMALIAS

                Sim, existem casos raríssimos de anomalias: pessoas feias, burras e escrotas contra pessoas lindas, brilhantes e santas, mas a parcela dos dois casos é tão ínfima que pode ser desprezada (obviamente, a anomalia positiva é muito mais rara).



                Bem, essa foi a “teoria”, mesmo que ela tenha um tom de humor, possui um fundo de verdade e merece certa atenção. Eu passei a olhar com uma percepção diferente as garotas que eu encontro na faculdade e fiz o possível para descobrir como elas realmente são. Conheci algumas garotas: a linda, a carente de atenção, a feia simpática e a bonita diferente.
                A linda é apenas linda. Personalidade neutra, não demonstra interesse em conversas, não conversa sobre quase nada e está sempre se olhando no espelho do celular. A carente de atenção é uma anomalia, porque eu lhe considero feia (de rosto e corpo) e realmente desprovida de uma mente pensante, que seja capaz de comentar sobre um assunto qualquer. O que ela basicamente faz é tentar atrair atenção dos colegas de classe, para arrancar alguns risos, mas ela falha nisso, pois por ter uma idade diferente da media da classe, talvez se sinta no dever de se enturmar e acaba forçando esse tipo de brincadeiras. A parte intelectual é uma pobreza, a ponto dela não conhecer nenhum tipo de pesquisa ou assunto atual, não saber sequer mandar um e-mail com anexo, além de não ter nenhum tipo de conhecimento e nem interesse em história, política, atualidades e literatura que não seja relacionada ao curso.
                Dando continuidade, temos a feia simpática. Aquela que sempre conversa comigo, sempre sorrindo e ajudando quem se encontra ao redor dela. O que lhe falta de beleza, sobra em caráter e inteligência, pois é praticamente uma devoradora de livros e ela conhece várias outras áreas de estudo do conhecimento.
                E por último, temos a bonita diferente. Primeiramente ela se parece com mais uma daquelas que são recheadas de amigos no facebook e só ligam para os elogios que lhes são feitos, mas essa não é o que parece ser. Possui alguns 500 e poucos amigos por ter vários conhecidos na faculdade e em outras cidades, mas não dá à mínima e não fica pedindo por atenção, além de ser uma pessoa com um bom caráter, evita lugares movimentados, não faz ingestão de álcool ou qualquer tipo de álcool, ajuda a sua avó e prefere os bons e tradicionais costumes. Para mim, seria uma garota 9/10 para se relacionar, mesmo ela não sendo uma menina que demonstre interesse por literatura, artes, games e tendo um vocabulário pobre, ela apresenta um certo potencial para adquirir conhecimento, basta apenas namorar um cara que goste disso. Por enquanto é isso, vou continuar minha observação discreta e talvez volte a postar algo relacionado ao assunto. Fiquem à vontade para dissertarem e/ou contarem suas experiências nos comentários. Um ótimo fim de semana para todos.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Carnaval Brasileiro - Festa Banal e Decadência Moral



                Olá, tudo bem? Pois é, estamos na sexta-feira de Carnaval. Bem, como todos já sabem, o Carnaval teve origem nos cultos aos deuses pagãos na Grécia e que ao longo do tempo, vários elementos foram introduzidos, como práticas sexuais, bebidas, fantasias e máscaras.
                No Brasil, ele sofreu a incorporação do samba, mais o desejo insano por festividades do brasileiro e deu no que deu. Atualmente o conceito de um “baile de carnaval” não existe mais aqui no nosso país. Isto porque a festa foi banalizada pela nossa sociedade, com o intuito de torná-la algo diferente, novo, moderno, livre. E com isso surgiu o tal do “carnaval de rua”, que, na maioria das vezes, é feito com trios elétricos, com milhares de pessoas, em vários blocos diferentes.
                Beijar, abraçar e transar são vistos como o verdadeiro objetivo dos foliões, que não se preocupam com doenças transmitidas através do beijo e nem com a quantidade de pessoas com quem fazem isso, aumentando assim o risco de contrair alguma doença. O pior é que muitos não usam preservativos e além de correrem o risco de pegar alguma Doença Sexualmente Transmissível, também correm o risco de se tornarem pais de filhos indesejados. Imaginem o quão desgraçado será aquele que nasceu de uma relação sexual casual de carnaval. Se a mulher engravidou de algum conhecido, ainda poderá receber assistência ou até mesmo se casar (o que eu acho pouco provável) com o homem, mas e se for com um daqueles homens fortes, estereótipos sexuais masculinos, que apenas querem se divertir sem compromisso? O quão desgraçada será a criança? Imagino-a, aos seis anos, perguntando do pai dela, porque os coleguinhas de classe vivem falando de seus pais. Espero que isso não aconteça.
                Enfim, está tão decadente o carnaval, que até em minha cidade eles ficaram sem opções. Esses carnavais do interior, ou até os de cidades grandes, seguem o mesmo esquema do carnaval de rua, mas em algum ambiente fechado, com poucos blocos, tudo pago, com segurança, é claro, porque eles querem a separação social. Nesses lugares, casas de show ou clubes, as pessoas se encontram ao som de uma música alta, bebem até não conseguirem mais e tentam engajar com outras pessoas, mesmo que a maioria não dance, apenas fique mexendo o corpo, como se estivessem incomodadas, mas não, estão apenas fazendo ritos sociais sem sentido. O que eu vejo nada mais é do que uma imitação da natureza, uma dança do acasalamento, por mais bizarro que seja.
                O macho, segurando alguma latinha de cerveja e balançando o pescoço, se aproxima da fêmea, que finge não o notar por alguns momentos, virando o rosto para outro lugar. O macho, que quer acasalar, pode acabar usando a força, como pegá-la pelo braço e puxá-la em sua direção e aí vem o ato decisivo, o ato da escolha da fêmea. Se ela se interessar, provavelmente seus bicos, digo...lábios se tocarão e mesmo não se conhecendo melhor, a porcentagem do coito acontecer é realmente alta, dependendo das situação do ambiente. Caso seja rejeitado, ele tentará novamente, até que a fêmea saia de perto dele e procure outros pretendentes.  Realmente, esse tipo de festa, com esse tipo de pessoa, realmente se assemelha à vida selvagem.
                Brincadeiras à parte, não que eu seja contra o Carnaval, pelo ao contrário, acho bonitos os desfiles, as fantasias e, no caso dos desfiles da tv, os elementos culturais, históricos e até mitológicos representados nas diversas alegorias, mas acho deplorável a apelação sexual e a decadência da festa em si. Qual o motivo das mulheres se vestirem com tanta vulgaridade? Mostrar que são belas? Mostrar que podem? Mostrar aos estrangeiros que temos mulheres bonitas? Atrair pessoas para as festividades? E a festa? Para que ficar bebendo sem parar? Conheço garotas de 15 anos que contam os dias o ano todo, só para o Carnaval. Não são de uma aparência muito desejável e ficam repetindo que não veem a hora de tomarem todas. Sinceramente, acho que esse tipo de festa de Carnaval não passa de um lugar para as pessoas que são, ou se sentem fracassadas na vida extravasarem, pois elas sabem que não conseguem parceiros fixos por não serem do tipo que agradam aos olhos alheios e é no Carnaval que encontram sua válvula de escape. Lá todos vão beber, todos vão se alterar. Lá eles não vão ver quem é bonito ou quem é feio, provavelmente vão agarrar a primeira pessoa do sexo oposto que encontrarem, ou do mesmo sexo. Fora as pessoas bêbadas, o forte cheiro de suor, temos nos banheiros um verdadeiro festival de conteúdo gástrico expelido pela boca em todos os cantos, uma cena realmente nojenta. Mas no final, eles vão dizer que valeu a pena ter ficado ruim quase todos os dias, ter arrumado aquela briga por causa de uma garota bêbada, que valeu aquelas feridas na boca devido ao beijo na moça desconhecida, que apesar da vergonha que passaram perto de amigos e conhecidos, valeu a pena ter feito tudo, e que nós, que não aprovamos e não somos religiosos, somos os esquisitos, os reclusos sociais que não “sabem aproveitar a vida”, como se a vida se resumisse a um festival de nojo e doenças, composto por pessoas fracassadas que aproveitam de outras para satisfazerem suas vontades e que usam a bebida e o calor da festa como desculpas por tais atos. No final, eu tenho pena deles.



                Desejo a todos um ótimo fim de semana e façam um proveito sábio do feriado prolongado. Eu vou ficar vendo anime e jogando. Um abraço a todos.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Novo RPG grátis - Path of Exile


 
                Olá, tudo bem? Essa semana eu quero falar do game que é a sensação do momento: Path of Exile. Caramba, como eu estou amando esse game! É claro que ele se parece muito com o Diablo III, mas as semelhanças acabam no jeito hack ‘n slash. Por ser um jogo que está em Open Beta, muita coisa será polida com o tempo, mas pelo o que eu joguei, tive uma grande satisfação.
                A economia do jogo, bem... não há uma moeda no jogo, apenas os pergaminhos de identificação, usados para identificar itens que você adquire caçando e itens que afetam o status dos equipamentos, como transformar um item normal em mágico. A única interação de bens entre players é a troca de gems e orbs, itens e pergaminhos no modo default. Poteriormente, modos sem troca entre os players serão adicionados. Para os equipamentos objetivos, você tem a opção de “vender” para os npcs, em troca de pergaminhos e itens que dão algum atributos especiais, como já disse.
                Já as classes, elas são: Witch, Templar, Shadow, Marauder, Ranger e Duelist. Cada classe possui uma própria passive skill tree (que lembra muito o sistema de esferas do Final Fantasy X), já que não há habilidades das personagens, e sim habilidades das gems, que são colocadas nos slots dos equipamentos. Voltando para a skill tree, ela é simplesmente enorme, com infinitas possibilidades de montar sua personagem, além de não haver restrições em relação ao equipamento usado, tornando o jogo bem divertido e agradável.
                O jogo divide-se em singleplayer, multiplayer e por enquanto modo default e hardcore. Nas cidades você encontrará centenas de jogadores, mas quando partir para uma missão, não verá ninguém, pois você estará sozinho, a não ser que queira fazer uma party, seja com seus amigos ou no buscador do jogo. Neste caso, poderá chamar até 4 players com você e ao fazer isso, o nível de dificuldade e a porcentagens de cair itens e itens raros aumentará. Fora isso, você poderá fazer trocas e conversar com pessoas através do Chat Global, que acaba sendo também uma forma de não se sentir sozinho enquanto joga singleplayer. Em relação aos modos, o default é o que eu estou jogando por enquanto, acho-o bom para você conhecer o jogo, sentir como é, explorar as possibilidades de construção das personagens e entender melhor a mecânica. O hardcore serve para quem quer levar o outro a outro nível. Se você morrer no hardcore, sua personagem não poderá mais jogar nesse modo, sendo diretamente mandada para o default.
                Com o tempo, outros modos de jogo serão adicionados e mais atualizações virão, pois esse game promete, principalmente por não ter um esquema apelativo de P2W (Pay To Win), apenas algo estético, por enquanto.
                Bom, então fica aí um pouco do Path of Exile, que começou o Open Beta essa semana e tem tudo para ser um dos melhores aRPG (Action Role Playing Game) de 2013 e quem sabe de todos os tempos. Bom fim de semana a todos!